Cravando no celulóide: de Miles Davis a Raul de Souza

Roberto Muggiati conta como foi inovada a técnica da trilha sonora

Louis Malle inovou a técnica da trilha sonora no filme de 1958 Ascenseur pour L’Echafaud (Ascensor para o Cadafalso). Convidou Miles Davis para gravar a trilha diretamente enquanto assistia à projeção do filme já ponto. O trompetista cercou-se de Barney Wilen (sax tenor), René Urtreger (piano), Pierre Michelot (baixo) e Kenny Clarke (bateria). Sem ensaios e sem instruções de Miles, aqueles músicos fizeram uma trilha história. Acompanhem aqui a magistral caminhada de Jeanne Moureau pelos Champs Elysées:

Sylvio Back, 44 anos depois, adotou a estratégia para seu filme Lost Zweig – Os últimos dias de Stefan Zweig no Brasil. Convidou o trombonista Raul de Souza e o pianista Guilherme Vergueiro para improvisarem a trilha sonora enquanto assistiam ao filme. Confiram aqui, no dia que a morte de Zweig completa 80 anos, a música da cena do pacto suicida.

2 pensamentos

  1. Belas canções. Belas trilhas sonoras. Nossos músicos não fizeram por menos. É sempre bom ouvir o ótimo Raul de Souza tocando jazz.

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